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Quero toda paz
que couber em minhas mãos.
Me banharei com ela,
usando-a de esponja.
Sacudo a poeira
que antes pairava em mim,
do juizo em desacordo...
_ tolices vãns de menina
que ainda amadurecia.
Sigo agora sereníssima,
jogando sem regrar,
todo e qualquer pensamento, ou ato
que avacalhem com minha paz..
Juntei tudo que lembrasse
impaciência na palma da mão
e soprei no abismo,
enquanto o vento
punham meus cabelos
a bailar,
de lá pra cá,
de cá pra lá,
sentia a mão de Deus
com dedos leves,
organizando
_madeixas e pensamentos,
ouvindo arrepiada já,
o coro de anjos
que disseram:_ amén............
(keila mari)

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